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"AD DUKHAN"

(A FUMAÇA)


Revelada em Makka; 59 versículos.

44ª SURATA

Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso.

Ha, Mim.(1468)


Pelo Livro lúcido.


Nós o revelamos durante uma noite bendita(1469), pois somos Admoestador,


Na qual se decreta todo o assunto prudente.


Por ordem Nossa, porque enviamos (a revelação).


Como misericórdia do teu Senhor, sabe que Ele é o Oniouvinte, o Sapientíssimo.


Senhor dos céus e da terra e de tudo quanto existe entre ambos, se estais persuadidos.


Não há mais divindade além d’Ele! Dá a vida e a morte, é o vosso Senhor e o de vossos antepassados.


Porém, estão na dúvida, absortos.


Aguarda, pois, o dia(1470) em que do céu descerá uma fumaça(1471) visível.


Que envolverá o povo: Será um doloroso castigo!


(Então dirão): Ó Senhor nosso, livra-nos do castigo, porque somos fiéis!


Como se não se recordassem de quando lhes chegou um elucidativo Mensageiro,


E o rechaçaram, dizendo: Ele foi ensinado (por outros), e é um energúmeno.


Em verdade, ainda que vos atenuássemos transitoriamente o castigo, seguramente reincidiríeis.


Recorda-lhes o dia em que desfecharemos o golpe decisivo; então, os puniremos.


Antes deles, provamos o povo do Faraó(1472), ao ser-lhes apresentado um honorável mensageiro.


(Que lhes disse): Entregai-me os servos de Deus, porque sou um fidedigno mensageiro, para vós.


E não vos rebeleis contra Deus, porque vos trago uma autoridade evidente.


E me amparo em meu Senhor e vosso, se quereis apedrejar-me.


E se não credes em mim, afastei-vos, então, de mim.


(Moisés) exclamou, então, para o seu Senhor: Este é um povo pecador!


(Ordenou, então, o Senhor): Marcha, pois, com os Meus servos, durante a noite, porque sereis perseguidos.


E deixa o mar como um sulco, para que o exército dos incrédulos nele se afogue!


Quantos jardins e mananciais abandonaram;


Semeaduras e suntuosas residências.


E riquezas com as quais se regozijavam!


E foi assim que demos aquilo tudo em herança a outro povo!


Nem o céu, nem a terra verterão lágrimas por eles, nem tampouco lhes foi dada tolerância.


Sem dúvida que livramos os israelitas do castigo afrontoso,


Infligido pelo Faraó; em verdade, ele foi um déspota, e se contava entre os transgressores.


E os escolhemos propositadamente, entre os seus contemporâneos.


E os agraciamos com certas sinais que continham uma verdadeira prova.


Em verdade, estes (os coraixitas) dizem:


Não há mais morte do que a nossa primeira, e jamais seremos ressuscitados!


Fazei, então, voltar os nossos pais, se estiverdes certos!


Quê! Acaso, são eles preferíveis ao povo de Tubba(1473) e seus antepassados? Nós os aniquilamos, por haverem sido pecadores.


E não criamos os céus e a terra e tudo quanto existe entre ambos para Nos distrairmos.


Não os criamos senão com prudência; porém, a maioria o ignora.


Sabei que o dia fixado para todos será o dia da Discriminação,


Dia esse em que nenhum protetor poderá advogar, em nada, por outro, nem serão socorridos (os incrédulos).


Salvo aquele de quem Deus se apiedar, porque Ele é o Poderoso, o Misericordiosíssimo.


Sabei que a árvore de zacum(1474)


Será o alimento do pecador.


Com metal fundido que lhe ferverá nas entranhas.


Como a borbulhante água fervente.


(E será dito aos guardiãos): Agarrai o pecador e arrastai-o até ao centro da fogueira!


Então, atormentai-o, derramado sobre a sua cabeça água fervente.


Prova o sofrimento, já que tu és o poderoso, o honorável!


Certamente, há aqui aquilo de que vós duvidáveis.


Todavia, os tementes estarão em lugar seguro,


Entre jardins e mananciais.


Vestir-se-ão de tafetá e brocado, recostados frente a frente.


Assim será! E os casaremos(1475) com huris de maravilhosos olhos(1476).


Aí pedirão toda a espécie de frutos, em segurança(1477).


Lá não experimentarão a morte, além da primeira, e Ele os preservará do tormento da fogueira,


Como uma graça do teu Senhor. Tal é o magnífico benefício!


Em verdade, temos-te facilitado (o Alcorão) em tua língua, para que meditem.


Aguarda, pois, porque eles também aguardarão, igualmente.

 


 

 

 
Shawal de 1438





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