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CONCLAMAÇÃO À UNIDADE

Conflitos sectários estão convulsionando três nações árabes e muçulmanas atualmente: Iraque, Palestina e Líbano. Combates fratricidas opõem irmãos, que lutam entre si por poder, numa luta que, além de tirar a vida de inocentes, atinge templos religiosos sagrados, como o Santuário de Samarra, no Iraque.

Nesse momento, uma questão se impõe: quem está por trás destes crimes? Quem fomenta estas lutas? Quem está jogando irmãos uns contra os outros? A que interesses, afinal, servem aqueles que se lançam a estes conflitos?

Numa resposta apressada, aqueles que não entendem – ou não querem entender – os interesses que dominam a cena política e econômica mundial apontam para o Islã: uma religião de fanáticos, que instiga ao ódio e defende o assassinato. Infelizmente, muitos pseudo-especialistas, ao redor do mundo, divulgam estas informações falsas, culpando o Islamismo. O que fazem, na verdade, é dar vazão ao seu ódio, uma reação esperada de quem não entende o mundo e, num ato de desespero nascido da ignorância, atém-se à aparência dos fatos, restringe-se à sua superfície, apontando “bodes expiatórios”.

Para nós, estes conflitos são claramente fomentados pelos poderes arrogantes do mundo. Cientes da importância estratégica do Oriente Médio, especialmente como fornecedor do insumo que compõe a principal matriz energética do mundo, o petróleo, as super-potências fomentam a discórdia entre os povos. É a velha tática de “dividir para governar”, que tanto morticínio provocou ao longo da história humana. Longe, portanto, de dificuldades ou falhas teológicas intrínsecas à Religião Islâmica, que propugna o amor e o respeito ao próximo, estes conflitos são criados e insuflados pelos agentes das potências arrogantes do mundo. Infelizmente, elas encontram entre os indivíduos mais fracos e suscetíveis das nações islâmicas alguns asseclas e colaboradores, que se rendem ao canto da sereia do lucro e do poder para lançar-se contra seus irmãos.

Conclamamos os muçulmanos a estar alertas quanto às maquinações diabólicas dos materialistas e falsos defensores da democracia e da liberdade. Incitamos os muçulmanos de todas as escolas filosóficas a unir-se sob o Estandarte de Muhammad (s.a.a.a.s.) e a defender o Islã. Somente a unidade mantém o Islã forte e a Mensagem de Allah duradoura.

Que a paz esteja convosco!


 


 

 

 
Shaaban de 1438





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