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"Sir" Rushdie: lamentável!

Causou profunda consternação nos muçulmanos do mundo inteiro a decisão do governo da Grã-Bretanha de conceder o título de “cavaleiro” ao escritor indo-britânico Salman Rushdie. Autor medíocre, dono de uma obra de discutível valor artístico, ganhou notoriedade mundial ao escrever o infeliz “Versos Satânicos”. O livro lançou-o à condição de personalidade mundial, menos pela sua qualidade literária do que pelo “feito” de fazer referências ignominiosas ao Profeta Muhammad (Deus abençoou a ele e à sua família e os saudou), ao Islã e aos muçulmanos.

No ocidente, tornou-se praxe elevar o status dos pseudo-intelectuais, dos “especialistas”, que se lançam à infame tarefa de ofender o Islamismo e os muçulmanos. Outro exemplo pouco edificante é o da jornalista italiana de triste memória, Oriana Falaci, que, em uma de suas diatribes, comparou os árabes a “ratos”. Era uma crítica irascível do Islamismo, afirmando que as mesquitas que estão sendo construídas na Itália “enfeiam” as suas cidades, sem perceber que a Europa deve muito ao Islã por sua evolução social, científica e tecnológica. No entanto, ela não foi considerada anti-semita por seus argumentos irracionais. Pelo contrário, foi incensada como grande intelectual, símbolo da liberdade de expressão, inclusive por publicações brasileiras como a revista Veja.

Outro lamentável exemplo é o da farsante Ayan Hirsi Ali, uma emigrante somali que fugiu para a Holanda. Graças a sua campanha islamófoba e preconceituosa contra o Islamismo, com uma plataforma política baseada no ódio aos muçulmanos, elegeu-se deputada. Então, uma investigação dos serviços policiais holandeses descobriu que ela mentiu ao declarar a idade e o nome verdadeiro – Ayan Magan - para as autoridades holandesas, o que ensejou sua expulsão do país. Seu discurso islamófobo, contudo, ganhou grandes simpatizantes nos Estados Unidos, onde homiziou-se, fazendo sucesso atualmente com seu discurso virulento contra o Islã.

Agora, o governo de sua majestade decide conceder a Rushdie o título de “sir”. Isso nos faz concluir que vivemos em tempos sombrios. Para ser considerada grande personalidade, basta que a pessoa se dedique à pouco honrosa tarefa de ofender a moral dos Profetas e disseminar mentiras e preconceitos contra as culturas e os povos. Especialmente contra o Islamismo e os muçulmanos. Pedimos às pessoas sinceras que tenham discernimento e fiquem atentas aos falsos intelectuais e ao veneno contido nas palavras daqueles que, mal intencionados, espalham a mentira pelo mundo. Nós, muçulmanos brasileiros, lançamos nosso humilde protesto contra esta iniciativa lamentável do governo britânico.

 


 


 

 

 
Shawal de 1438





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